Aprendizado do amor…

Estava eu, quinta-feira passada deitada em minha cama escutando o programa Pijama Show da rádio Atlântida, agora o horário mudou e começa à meia noite, e nele há um espaço chamado Pijama Místico, onde ao inciar um novo dia o locutor Everton Cunha (Mr. Pi) lê alguma mensagem. Eis que naquela quinta ele lê a seguinte mensagem…

Aprendizado do amor

Diz a lenda que o Senhor, após criar o homem e não tendo mais nada sólido para construir a mulher, tomou um punhado de ingredientes delicados e contraditórios, tais como timidez e ousadia, ciúme e ternura, paixão e ódio, paciência e ansiedade, alegria e tristeza e assim fez a mulher e a entregou ao homem como sua companheira.

Após uma semana, o homem voltou e disse:

Senhor, a criatura que você me deu faz a minha vida infeliz.

Ela fala sem cessar e me atormenta de tal maneira que nem tenho tempo para
descansar.

Ela insiste em que lhe dê atenção o dia inteiro… e assim as minhas horas são desperdiçadas.

Ela chora por qualquer motivo. Facilmente fica emburrada e fica às vezes muito tempo ociosa. Vim devolvê-la porque não posso viver com ela.

Depois de uma semana o homem voltou ao Criador e disse:

Senhor, minha vida é tão vazia desde que eu trouxe aquela criatura de volta! Eu sempre penso nela: em como ela dançava e cantava, como era graciosa, como me olhava, como conversava comigo e como se achegava a mim.

Ela era agradável de se ver e de se acariciar. Eu gostava de ouvi-la rir.
Por favor, dê-me de volta.

Está bem, disse o Criador. E a devolveu.

Mas, três dias depois, o homem voltou e disse:

Senhor, eu não sei. Eu não consigo explicar, mas depois de toda esta minha experiência com esta criatura, cheguei à conclusão que ela me causa mais problemas do que prazer. Peço-lhe, tomá-la de novo! Não consigo viver com ela!

O Criador respondeu:

Mas também não pode viver sem ela. E virou as costas para o homem e continuou o seu trabalho.

O homem desesperado disse:

Como é que eu vou fazer? Não consigo viver com ela e não consigo
viver sem ela.

E arremata o autor: Achei que, com as tentativas, você já tivesse descoberto.
Amor é um sentimento a ser aprendido: É tensão e satisfação – É desejo e hostilidade – É alegria e dor – Um não existe sem o outro.

A felicidade é apenas uma parte integrante do amor. Isto é o que deve ser aprendido. O sofrimento também pertence ao amor. Este é o grande mistério do amor. A sua própria beleza e o seu próprio fardo.

Em todo o esforço que se realiza para o aprendizado do amor é preciso considerar sempre a doação e o sacrifício ao lado da satisfação e da alegria. A pessoa terá sempre que abdicar alguma coisa para possuir ou ganhar uma outra coisa.

Terá que desembolsar algo para obter um bem maior e melhor para sua felicidade.

É como plantar uma árvore frente a uma janela. Ganha sombra, mas perde uma parte da paisagem. Troca o silêncio pelo gorjeio da passarada ao amanhecer.

É preciso considerar tudo isto quando nos dispomos a enfrentar o aprendizado do amor.

Walter Trobich

Eu achei muito linda  a mensagem que este texto passa e achei interessante trazê-lo pra vocês, o que o Mr. Pi leu era um pouquinho diferente, tinha uns detalhezinhos a mais, mas não consegui achar aquela versão.

O Matheus pediu pra mim colocar um asterisco dizendo que ele acha esse texto um tanto feminista (¬¬), mas eu digo que ele não pode reclamar, pois ele já fez tantos posts super, hiper, mega machistas aqui e eu nem reclamei ;P haha

Quinta ele cheeeeega, finalmente 0/ Almoçaremos no Subway e se tudo der certo levaremos minha afilhada no cinema a tarde pra assistir a Era do Gelo 3 ;P e ele fica a semanaaaa inteira aqui. Pena que minha aula inicia na próxima terça, fazer o que né?! ;P

Amoooor, te amoo!!!

Beijão, Bruna

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4 Comentários

Arquivado em Dela

4 Respostas para “Aprendizado do amor…

  1. Boa vo0lta às aulas, então!

    beijos!

  2. luh

    eu gostei muito do texto.
    infelizmente os homens não tem muita paciencia pra ler..ou seria entender, como a gente entende tão bem o que o texto quis nos passar.

  3. Mas antes da volta as aulas.. boa Semana com Matheus.

    bjus

  4. Júnior

    Pois é, dona Bruna. Vocês mulheres sabem ser chatinhas. Dizem que nós não lhes entendemos, mas vocês também nem se esforçam para compreenderem o real sentido de, por exemplo, não admitirmos as saias curtas de vocês. [machismo off antes que bloqueiem meu ip nos comentários. =P ]

    Eu não devolveria a minha Madi, mesmo que eu às vezes sinta vontade de jogá-la pela janela, tadinha. Ela é chaaaaata que dói, mas cozinha bem. (C-calma, Madi, foi brincadeira). Mas é aquela coisa: Devo tratar os defeitos dos outros com a mesma consideração que tenho com os meus.

    Quando a gente aprende a lidar com isso, automaticamente conhece a verdadeira face do amor, não importando os “brindes”.

    Jr.

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